A gente tem que entender que banalidade é diferente de futilidade. Eu adoro uma banalidade. Adoro bater papo com velhinho no ponto de ônibus ou na fila da farmácia. Adoro quem para, olha pro céu e comenta com o desconhecido ao lado que ele tá bonito hoje. Adoro quem diz que tá calor ou que vai chover. Adoro gente interessante, adoro gente interessada, adoro gente que conversa sobre qualquer bobagem e sabe se divertir com isso. Do cheiro do pão à crise política. Adoro banalidade.
(Daniella L)
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